Alunos do Senai-Camaçari relatam riscos de atropelamentos e pedem socorro

Alunos do Senai em Camaçari correm risco de engrossar as estatísticas de atropelamentos próximos ao Viaduto do Trabalhador. Como os ônibus não param próximo a unidade, eles precisam atravessar a movimentada Via Parafuso, sendo expostos aos iminentes riscos de acidentes. Pedindo providências urgentes às autoridades competentes, eles enviaram várias reclamações à redação do Bahia Ligada.

“Olá! meu nome é Vlamilson dos Santos oliveira, sou morador de Dias D’ávila e estou com muita dificuldade de locomoção para chegar até o Senai Fieb, de Camaçari. Passo todos os dias por constrangimentos até chegar a instituição, sendo eles o perigo sobre minha integridade física, sendo que temos que parar antes do viaduto do trabalhador,  atravessar uma BA super transitada por carretas, caminhões, ônibus, etc. Desde já, imploro que uma solução seja tomada pra que venha evitar fatalidades”.

 “Olá, meu nome é Taiana Oliveira, sou aluna do Senai aqui em Camaçari. Estou super insatisfeita em relação ao transporte, pois todo dia tenho que andar cerca de 15 a 20 minutos até o Atakarejo para poder pegar meu ônibus para voltar para casa. Eu e uns colegas de turma já fomos na diretoria do Senai e eles falaram que ia ter ponto na frente da instituição, isso no início do curso e até hoje não tem ponto nenhum. E nós alunos nos arriscamos tendo que atravessar pistas perigosas para poder chegar ao ponto aonde passam nosso ônibus. Eu acho que todos os ônibus de Dias d’Ávila, terminal (Mussurunga), Brisa e o Abrantes poderia passar na frente da instituição, pois tem vários alunos que pegam esse ônibus”.

“Temos dificuldade em nós deslocar para o Senai, tanto em questão de logística quanto em segurança, pois pelo ônibus parar em uma localidade relativamente distante do Senai, há um desgaste físico além dos demais riscos, pois o Senai está localizado numa região não muito segura da cidade, isso acaba de certa forma também desestimulando os Alunos, pois os mesmo acabam cansados e com medo, sem falar que nos encontramos sujeitos aos agentes da natureza, como chuva e sol que também fazem mal a nossa saúde”. Josevaldo de Jesus, morador de Dias D’ávila – BA

“Desde quando começou o curso estamos fazendo esse percurso: paramos antes do viaduto, temos que atravessar várias pistas até chegar na nossa instituição e na saída, ainda temos que esperar o ônibus de baixo de Sol, e agora de baixo de chuva, já que estamos nesse período. Até surgiram boatos de que iriam colocar ônibus de manhã, o ônibus foi colocado, não nos avisaram de nada e eles retiram por que alegaram não ter alunos suficientes; mas aluno de Dias D’ávila é o que não falta”, disse Eduardo Reis

“Sou morador de Dias D’ávila e solto antes do viaduto do trabalhador para ir para o Senai Camaçari e sofro bastante pelo fato do acesso ser muito difícil e ainda somos expostos a possibilidade de que ocorra um acidente”. Breno Felipe

“Meu nome é Gabriel, moro em Dias D’Ávila e eu utilizo o transporte público todos os dias e todos os dias tenho que atravessar a pista de alta velocidade passando pelo risco de ocorrer um acidente, poderia ser evitado se a prefeitura de Dias D’Ávila cumprisse o que foi dito sobre prover um transporte público para os vários alunos que precisam”.

Exercitando seu papel social, o Bahia Ligada se solidariza com os alunos e pede providências urgentes, a fim de evitar atropelamentos e mortes como a de Valdelice Jesus dos Santos, 63 anos e José Pereira dos Anjos, de 51 anos. O pedido dos alunos é para que os ônibus que fazem o transporte público parem próximo a nova sede da instituição, na Avenida Jorge Amado, início da BA 530 (Via Cetrel).


Valdelice Jesus dos Santos, 63 anos, foi uma das pessoas que morreram ao atravessar a Via Parafuso, próxima ao viaduto do trabalhador

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