Análise de Roger Machado após empate na Fonte

Divulgação EBC

São sete partidas consecutivas sem sentir o gosto do triunfo no Brasileirão. O time está ansioso? Já se pode falar em desgaste físico pela proximidade do fim de ano? O que está faltando para vencer novamente na competição?

Perguntas que, na entrevista coletiva do treinador Roger Machado, ele tentou responder para falar sobre o rendimento do Bahia no empate por 1 a 1 diante do Palmeiras, nesse domingo (17), na Fonte Nova.

“Nós, como atletas, emocional é 50% da nossa capacidade. Se eu não tiver confiança e tranquilidade, se me sentir pressionado pela minha torcida ou pela torcida adversária, minha capacidade de tomar decisão, meus erros vão se acentuar. Nós somos medidos como profissionais nestes momentos, por quanto peso consigo carregar sem envergar e manter naturalidade do meu jogo. Se a gente permitir emocionalmente sair da partida por esses eventos de pressão e eles se repetirem e eu não conseguir me manter emocionalmente equilibrado, vai denotar que este nível não estou conseguindo jogar”.

O treinador, além de detalhes emocionais, também justificou, por exemplo, ter escalado João Pedro na lateral e ter colocado Nino Paraíba no banco.

” Opção pelo João foi decisão técnico-tática. Um dos problemas que temos, muito embora Nino seja muito importante, ataca corredor com muita velocidade. Nós temos dois laterais que são bons na linha e ataque ao espaço. Para construção do nosso jogo, não temos jogadores com tanta destreza para levar bola no campo de ataque. João tem bom passe, condução com qualidade para o campo de ataque”.

Roger ainda explicou a escolha pela entrada do meia Shaylon, última mudança do time na partida.

“Eu queria que a bola entrasse pelo Shaylon, saísse pelos lados e chegasse à área. Em alguns momentos, ficou um jogo de muita transição; foi assim que fornecemos gol ao adversário. Shaylon era para que parássemos a bola e parássemos de fazer o jogo apenas de transição e contra-ataque”.

Ascom ECB.

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