Colégio trabalha inclusão de estudantes com síndrome de down

O Colégio Estadual Satélite, localizado em Piatã, na capital baiana, e que trabalha com educação inclusiva, preparou uma programação especial nesta quinta-feira (21), para celebrar o Dia Internacional da Síndrome de Down. Dos 400 alunos que estudam na instituição, 90 apresentam algum tipo de deficiência e 11 deles a síndrome de down.

Como forma de dar visibilidade e fomentar a discussão sobre inclusão, o Colégio realizou uma série de atividades, como roda de conversa e apresentações culturais. “A motivação é minimizar cada vez mais os impactos entre o aluno regular e o aluno com deficiência. É uma escola inclusiva que já funciona há 16 anos e a gente tem o objetivo de fazer com que nossos alunos possam crescer nessa convivência harmoniosa e de respeito”, salientou a coordenadora pedagógica do Colégio, Cláudia Oliveira.

Ela ainda acrescenta que a escola é um espaço de acolhimento. “É importante acolher essas famílias que muitas vezes se deparam com negativas e vêm na nossa escola, no nosso trabalho, uma oportunidade de fazer com que seus filhos cresçam e se desenvolvam. É fazer com que descubram que realmente essas pessoas não estão presas a uma deficiência, a uma síndrome”, explicou.

A secretária Solange Pinheiro é mãe do estudante Miguel, de 22 anos, que tem síndrome de down e estuda no Colégio Satélite. Ele está há quatro anos na instituição e, para a mãe, a evolução foi muito grande. “Tirei meu filho de uma escola particular e trouxe para cá. É um espaço que oferece uma estrutura adequada e meu filho se sente inserido neste espaço que conta com profissionais especializados e que estão aptos a trabalhar as dificuldades das crianças. Eu me sinto muito segura em deixá-lo na escola”, ressaltou.

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