Morte de miliciano fortalece pedido do federalização do caso Marielle, diz PGR

Dr. Augusto Aras durante Seminário Poder Judiciário e Eleições. Brasília-DF, 05/12/2017 Foto: Roberto Jayme/Ascom/TSE

Após a morte de Adriano Nóbrega, em Esplanada, a 168 km de Salvador, no domingo, 9, a cúpula da Procuradoria-Geral da República (PGR) avalia a “robustez” do pedido de federalização diante das investigações do caso Marielle, segundo a colunista Andréia Sadi.

Para o procurador-geral, Augusto Aras, “a cada fato novo envolvendo personagens ligados ao Escritório do Crime (que tem entre seus integrantes Ronnie Lessa, acusado de matar a vereadora e o motorista Anderson Gomes) maior a necessidade de se conduzir uma investigação afastada do estado do Rio”.

Amigos e familiares de Marielle se opõem à federalização e temem que a morte de Adriano reabra o deslocamento da competência, que já tinha perdido o apoio do ministro Sergio Moro.

Adriano Nóbrega estava foragido havia mais de um ano, ele era alvo de um mandado de prisão expedido em janeiro de 2019. O ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) foi expulso da Polícia Militar por envolvimento com jogo do bicho. Informações do Portal A Tarde.

Comentários no Facebook